Quando o dia
escurece
E os ventos
começam soprar
Nuvens
negras se agitam,
O céu parece
desabar.
Quando o
clarão dos raios
Descarrega
energias e trovões
O coração da
tempestade
Projeta as
más intenções.
O mar em
revolta dispara as suas ondas
Arrasa o que
há pela frente;
A boca da
fúria, com o sopro da morte,
Consome a
alma da gente.
Quando a
montanha estremece
E as cinzas
voam pelo ar
É o sinal de
que o monstro
Começou a
despertar.
A boca da
fúria, vomitando fogo,
Revela a sua
ira ardente;
A língua
maldita incendeia tudo,
Não honra e
nem poupa inocente.
Do ventre da
escuridão é que nasce a tragédia
As
artimanhas do ódio
Promovem
cenários de dor;
No olho do
furacão há o terror da estratégia,
Como picadas
de serpentes
É a língua
do traidor;
Origens
Insanas, correntes da desunião.
Instintos
sórdidos a cargo da destruição.


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