Eu tenho buscado o sentido da vida
Para poder viver,
Tentando achar a cura pra ferida
Que me faz sofrer.
Tem um punhal cravado no meu peito
Fazendo o sangue excretar das veias
E me inquietando desse jeito.
Preciso avivar o alvo dos meus sonhos
Para me encontrar,
Reger a orquestra dos meus sentimentos
E me harmonizar.
Regar minhas virtudes, meus desejos
As lágrimas que lavam os meus olhos
São revelações que nunca vejo.
Pensar é: Querer, Poder, Voar.
Na busca pela razão faço introspecção,
Quero saber quem eu sou,
Desvendar os meus segredos
E vencer meus próprios medos
E a dúvida com o amor.
Tenho travado uma luta
Com a verdade absoluta
Por nunca se revelar.
Se querer não é poder,
Eu prefiro-me autoconhecer
Pra me libertar.


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