(DIS)CORDÂNCIAS
Eliseu Couto
Sou poeta entre a metrópole
Sou menestrel do sertão
O horizonte da caatinga verde
é sinônimo do horizonte do mar,
na vastidão.
Essas águas que rugem inflame
Como ameaças silenciosas de tsunamis
são sinônimos do ronco harmonioso
do berrante.
Não há mais distâncias da caatinga
até lá
Como um barquinho levado pelas ondas,
assim sou eu a velejar
Velejo com a minha viola
que vai do sertão para o mar.
(Couto Couto)
Sou poeta entre a metrópole
Sou menestrel do sertão
O horizonte da caatinga verde
é sinônimo do horizonte do mar,
na vastidão.
Essas águas que rugem inflame
Como ameaças silenciosas de tsunamis
são sinônimos do ronco harmonioso
do berrante.
Não há mais distâncias da caatinga
até lá
Como um barquinho levado pelas ondas,
assim sou eu a velejar
Velejo com a minha viola
que vai do sertão para o mar.
(Couto Couto)


(DIS)CORDÂNCIAS
ResponderExcluirSou poeta entre a metrópole
Sou menestrel do sertão
O horizonte da caatinga verde
é sinônimo do horizonte do mar,
na vastidão.
Essas águas que rugem inflame
Como ameaças silenciosas de tsunamis
são sinônimos do ronco harmonioso
do berrante.
Não há mais distâncias da caatinga
até lá
Como um barquinho levado pelas ondas,
assim sou eu a velejar
Velejo com a minha viola
que vai do sertão para o mar.
(Couto Couto)